Houve, um tempo que já não há

...Houve um tempo em que qualquer música despertava-me os sentidos, qualquer sorriso me parecia sincero e as lágrimas ainda não eram de saudade.
Houve um tempo em que a ingenuidade ainda me surpreendia, medos não passavam de fantasmas e amar era algo eterno...

5 de janeiro de 2012

Como dizer algo quando só se tem o vazio? 

Por Pouco

Ela estava na janela
Ele do outro lado da rua
Quem dera os dois tivessem sem visto!

Oportunidade de Trabalho

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22 de dezembro de 2011

RGS CLASSIFICADOS E GUIA COMERCIAL

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20 de agosto de 2011

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21 de janeiro de 2011

Eternos Opostos

Algumas promessas.

Outros Fracassos.

Melhores momentos.

Dias que não passam.

 

Opostos Eternos

 

Ótimas recordações.

Imagens desbotadas.

Retratos sorridentes.

Olhares de saudade.

27 de outubro de 2009

Ninguém...

“Socorro!” – grito sozinho em meu quarto enquanto a noite se arrasta. Ninguém ouve minhas suplicas, nem minhas lamentações. Ninguém enxuga minhas lágrimas ou me oferece um ombro... Sou só eu e meus medos, sou só eu e mais ninguém para me consolar.

Minha voz se perde pelas paredes sem atenção, as lágrimas escorrem pelo rosto sem amparo e as mãos trêmulas buscam um toque de carinho sem encontrar. “Socorro!” – insisto com a voz embargada e um nó na garganta. Nenhuma resposta, nada, ninguém!

Sobras...

O que me resta são lembranças do passado

Lágrimas que já não consigo chorar

Sobram-me planos há muito frustrados

E amores que já não posso amar

Só o que sobrou...

Entorpecido por uma garrafa de vinho barato, contento-me com a sua presença em um porta-retrato empoeirado esquecido na estante. Torpe, embriago-me com lembranças e saudades, tomando um porre de lágrimas arrependidas e sonhos frustrados.

Aturdido pelo álcool do vinho, ou pelas emoções ressuscitadas, olho a foto desbotada pelo tempo ostentando um sorriso sincero. Riu amarelo. Falo algumas palavras, embargadas demais para serem entendidas, mas elas se perdem nas paredes vazias do quarto. Só seu retrato me ouve.

Calado, segurando um copo vazio na mão, olho o porta retrato no canto do quarto, e tento lembrar de como éramos felizes. Pena que a perdi! Agora, o que me resta, são apenas histórias cada vez mais antigas e, com certeza, mais algumas lágrimas de saudade olhando a tua foto depois de alguns goles de vinho.

29 de setembro de 2009